domingo, 9 de setembro de 2012
Medo. De te perder. Medo do que isso causaria em mim, do que não causaria em você. Medo de lhe ter por inteiro e depois... dar-me conta que agora só tenho um oitavo. Medo de não ter onde te procurar. Medo de não ter mais por que te procurar. Medo de não ter mais notas a acrescentar à sua melodia, medo de não saber cantar sua música, medo de ser errada e me perder no meio da sua certeza, medo de ser certa demais e me perder em seus erros, medo dos meus ciúmes, medo da ausência deles, medo do que te cerca. Medo, só medo. Na sua forma mais pura, bruta e infantil.
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